
“Desvendando o PS5 Pro: Uma Visão Técnica Aprofundada do Console de Última Geração”
2025-04-22
Samsung encerrará produção de memórias DDR4 em 2025: o que isso significa para o futuro da tecnologia de armazenamento
2025-04-22Científicos descobriram uma nova cor, batizada de “olo”, que ultrapassa os limites de saturação conhecidos, criando uma experiência visual única e inacessível ao olho humano até agora.
Um estudo publicado na revista Science Advances revelou que apenas cinco pessoas foram capazes de enxergar essa cor azul-esverdeada, que não pode ser comparada a nenhuma cor existente.
A descoberta foi possível graças a um método altamente tecnológico que utiliza lasers e um sistema de rastreamento ocular. A técnica, chamada Oz, opera com precisão cirúrgica, direcionando microdoses de luz diretamente em células específicas da retina.
Segundo Ren Ng, um dos coautores do estudo e também participante dos testes, o tom de olo é tão intenso que não pode ser descrito. Ele descreve a sensação como “enxergar uma versão extrema de algo familiar”.

A técnica, se aprimorada, pode até ajudar pessoas com daltonismo a perceberem variações de cor que hoje são invisíveis. No entanto, a aplicação prática da tecnologia ainda está longe de ser acessível ao público.
O experimento foi possível apenas em um campo visual limitado — com área semelhante ao tamanho aparente da Lua no céu — e demanda equipamentos complexos disponíveis apenas em poucos laboratórios.
Mesmo com essas limitações, a descoberta da nova cor (“olo”) inaugura um novo capítulo no estudo da percepção visual. A possibilidade de criar cores inéditas pode transformar não só a ciência, mas também áreas como arte, design e realidade virtual.
