
**Acesse seus dados de saúde com facilidade: como utilizar o aplicativo Meu SUS** O aplicativo Meu SUS é uma ferramenta importante para que os cidadãos brasileiros possam ter acesso a seus dados de saúde de forma rápida e segura. Com ele, você pode consultar suas informações de saúde, agendar consultas e exames, e ter acesso a serviços de saúde de forma mais eficiente. Para começar a usar o aplicativo, é necessário realizar um cadastro. Após a criação da conta, você poderá acessar uma variedade de recursos que facilitam a gestão de sua saúde. O aplicativo é uma iniciativa do Ministério da Saúde para promover a transparência e o acesso aos serviços de saúde no país. Com o Meu SUS, você pode ter controle sobre suas informações de saúde, como prontuário eletrônico, agendamento de consultas e exames, e acompanhamento de tratamentos. Além disso, o aplicativo fornece informações sobre os serviços de saúde disponíveis em sua região, o que pode ser muito útil em caso de necessidade. O cadastro no aplicativo é simples e rápido. Basta seguir os passos indicados no aplicativo e fornecer as informações necessárias. Após a confirmação do cadastro, você estará pronto para começar a usar o Meu SUS e aproveitar todos os benefícios que ele oferece. O aplicativo Meu SUS é uma ferramenta valiosa para qualquer pessoa que busque ter mais controle sobre sua saúde e bem-estar. Com ele, você pode se manter informado e atualizado sobre seus dados de saúde, o que pode ser fundamental para tomar decisões informadas sobre seu cuidado. Em resumo, o aplicativo Meu SUS é uma ferramenta importante para o cuidado com a saúde, e seu uso é simples e acessível. Com ele, você pode ter mais controle sobre suas informações de saúde e aproveitar os serviços de saúde de forma mais eficiente.
2025-05-28
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2025-05-28Do Rio de Janeiro — A Inteligência Artificial (IA) está se tornando cada vez mais presente em nossa rotina. A tecnologia, que ganhou ainda mais projeção com as IAs generativas, já faz parte da nossa vida diária. No entanto, é fundamental entender como funcionam e qual é o seu custo ambiental para que o uso seja responsável e sustentável.
Recentemente, durante o Rio2C, o tema foi debatido em um painel apresentado pela diretora de Off Grid Business da Huawei, Bárbara Pizzolato, e do professor Ângelo Vieira Jr.
A demanda crescente no consumo de energia pelas ferramentas de inteligência artificial permeou discussões durante todo o painel, e a regulamentação da IA no Brasil também foi assunto. Ângelo trouxe dados relevantes para se entender o contexto global quanto ao consumo de energia pelas IAs, e Bárbara pontuou a necessidade de se ter uma infraestrutura sustentável em data centers para reduzir o impacto ambiental dessa tecnologia.
Qual é o impacto ambiental gerado pelo uso de IAs?
As falas de Ângelo e de Bárbara convergem em um ponto comum: no reconhecimento de que o consumo de energia para manter os data centers que alimentam as IAs generativas precisa ser sustentável.
Durante a conferência, Ângelo trouxe alguns dados que ajudam em uma melhor compreensão sobre esse consumo. A geração de um texto de cerca de 100 palavras, por exemplo, equivale a 14 luzes led ligadas por uma hora. Já a criação de uma imagem, por sua vez, tem um consumo que se assemelha ao de uma carga completa de um celular.
Mas, além da energia, também há o consumo de água para manter os data centers funcionando. E a água não só precisa de tratamento como tem de estar refrigerada.
Alternativas para um consumo mais sustentável
Ao longo do painel, algumas soluções possíveis para um consumo de energia mais sustentável foram levantadas por Bárbara, incluindo o uso de fontes renováveis, como os painéis solares. Além disso, a executiva também pontuou que é importante educar as pessoas sobre o consumo e custo dessa tecnologia para que elas possam fazer escolhas mais conscientes.
Bárbara também defendeu que os data centers não precisam, necessariamente, ficar próximos de localidades onde haja maior demanda pela IA. Sendo assim, eles podem ser alocados em lugares mais distantes e que tenham custo de terra menor, pois o público tolera a latência da tecnologia — ou seja, as pessoas não se incomodam com a possível demora na resposta da ferramenta pois entendem que ela está buscando a informação.
Em outras palavras, é possível movê-los para locais cujo custo de terra é menor e a área possa ser aproveitada para a instalação de painéis solares, por exemplo, reduzindo o consumo de água ao tempo em que gera energia renovável.
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