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2025-05-27
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2025-05-27O mercado de smartphones na Europa apresentou uma queda de 4% nas vendas gerais, afetando marcas como Xiaomi e Samsung.
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É a primeira vez que a quantidade de aparelhos remetidos cai na história recente. A queda foi atribuída à incerteza econômica e mudanças tarifárias, além de uma demanda mais fraca por parte dos consumidores.
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Também foi dito que o cenário reflete um mercado em transição, com movimentações significativas entre as marcas.
Honor liderou o crescimento do setor na Europa, com alta de 20% ano a ano no primeiro trimestre de 2025. Com isso, a marca se tornou a quarta maior fabricante do continente, impulsionada pela diversidade de produtos e estratégia agressiva de mercado.
Já Xiaomi enfrentou retração de 8% em relação ao mesmo período do ano passado. A pressão do mercado e o aumento da concorrência foram os principais fatores que afetaram as vendas da marca chinesa.
Embora exista um contraste na comparação ano a ano, ressalta-se que Xiaomi ainda tem uma participação de mercado maior que a de Honor, com 16% contra 4%, respectivamente.
A Apple manteve trajetória positiva, com aumento de 2% em relação ao primeiro trimestre de 2024. O iPhone 16e foi considerado o principal motor de crescimento, ainda que preços altos tenham limitado a expansão da demanda.
Por sua vez, Samsung registrou queda de 2% entre os períodos, segundo a CounterPoint. A agência aponta que a série Galaxy S25 não conseguiu gerar o mesmo impacto inovador de lançamentos anteriores.
Já no mercado dos Estados Unidos, a situação é um pouco distinta. A quantidade de remessas cresceu 9%, com liderança da Apple, que tem 57% do mercado.
Motorola também ganhou tração nos EUA, alcançando 11% de participação no mercado. As vendas fortes da acessível série G e o foco no segmento pré-pago contribuíram para esse resultado.
Queda na Europa foi reforçada por outra agência
O relatório da Canalys também apontou quedas no mercado europeu, ainda que os resultados sejam ligeiramente diferentes.
A pesquisa mostra que o volume total de remessas foi de 32,4 milhões de unidades, com uma redução de 2% ano a ano. A baixa demanda no segmento de entrada foi apontada como o principal motivo para esse resultado.
A Samsung permaneceu como líder no continente europeu. Contudo, o crescimento das vendas foi quase imperceptível em relação ao ano passado.
A série Galaxy S de celulares topos de linha atingiu volume recorde, com aumento de 12% em relação ao ano anterior. Confirmando a tendência de direcionamento aos aparelhos mais caros, o preço médio de venda da empresa também bateu a melhor marca histórica.
