
Desvendando os Desafios da Nova Geração de Placas de Vídeo GeForce RTX 50: 6 Principais Problemas Enfrentados
2025-03-29
O que o futuro reserva para as TVs: inovações em 2025 e além
2025-03-29Os agentes de inteligência artificial representam um próximo passo no mercado de IA. O conceito é voltado para tecnologias capazes de resolver problemas mais complexos e com menos comandos do que a IA generativa.
Entenda as diferenças entre estes tipos de IA, e como a IA agêntica já está presente nas grandes empresas. Neste conteúdo você confere:
- Qual a diferença entre IA generativa e agentes de IA?
- Exemplo de aplicação
- Como os agentes de IA são utilizados no mercado
Qual a diferença entre IA generativa e agentes de IA?
A IA generativa está presente em modelos de linguagem, e tem, entre seus objetivos, a criação de conteúdo novo, seja em vídeo, imagem ou vídeo. O recurso também é empregado em outras esferas, como auxiliar na tomada de decisões e mais.
Ela precisa de um comando para gerar os resultados, e é treinada com grandes bases de dados e aprende padrões de acordo com elas. Assim, consegue criar conteúdos novos que têm semelhança com seu aprendizado, por exemplo.
Já os agentes de IA têm como foco a tomada de decisões de acordo com o ambiente percebido. São capazes de entender contextos para que se atinjam metas específicas.
É o que explica o sócio-fundador da SalesBud e especialista em soluções de IA para vendas, Matheus Weigand: “[a IA generativa] é ótima para criar conteúdo, mas não toma decisões ou age de forma autônoma. Também depende de intervenção humana para direcionar suas ações”.
Vale ressaltar que a IA generativa pode estar inserida num agente de IA, como em chatbots de atendimento, para geração de respostas de acordo com a base de dados.
Exemplo de aplicação
Imagine que um e-commerce utiliza um chatbot com IA generativa para atendimento ao cliente. Ele só será capaz de responder utilizando sua base de dados, de forma limitada e sem utilizar o contexto externo e do usuário, tornando a entrega menos completa.
Já um agente de IA nessa situação poderia funcionar como um agente de vendas, identificando as emoções do cliente, se está gostando ou não das sugestões e consegue manter o contexto da conversa, se lembrando das interações passadas.
Enquanto para um chatbot de IA generativa você pediria “tênis para trilha”, e receberia apenas opções genéricas de tênis, para um agente de IA é possível utilizar comandos como “itens necessários para fazer uma trilha em X lugar”, e receber sugestões personalizadas de acordo com a sua necessidade.
Os agentes de IA no mercado
De acordo com a Gartner, 50% das empresas globais usarão agentes de IA até o fim de 2025, e há empresas como a Amazon que já os tornaram parte do trabalho. A gigante do varejo utiliza sistemas autônomos para gerir estoques, prever demandas e coordenar suas entregas sem intervenção humana.
Na área de finanças, os agentes de IA ajudam na automatização de relatórios e geração de insights corporativos. Os executivos podem pedir à IA que “encontre oportunidades de melhoria em nossos processos”, e recebem diversas informações de onde estão com falhas e onde podem fazer otimizações.
Além disso, os agentes de IA, se integrados em um smartphone, podem facilitar tarefas do dia-a-dia a partir de comandos complexos. É possível pedir, por exemplo, que a IA “encontre uma receita italiana de lasanha bolonhesa, faça uma lista de compras, indique o mercado mais próximo onde posso comprar os itens e peça um Uber para o destino”.
