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2025-04-03
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2025-04-03aqui está o texto reformulado:
Um estudo recente revelou o desenvolvimento do menor marcapasso do mundo, um dispositivo temporário, sem fio e biodegradável, que pode ser injetado diretamente no corpo por meio de uma seringa. O avanço foi publicado na revista Nature e tem potencial para transformar o tratamento de pacientes que precisam de estimulação cardíaca temporária, especialmente recém-nascidos e pacientes em pós-operatório.
O novo marcapasso tem dimensões impressionantes: apenas um milímetro de espessura e 3,5 milímetros de comprimento, tornando-o menor que um grão de arroz. Ele se dissolve naturalmente no corpo quando não é mais necessário, eliminando a necessidade de remoção cirúrgica e os riscos associados, como infecções e danos ao tecido cardíaco.
O pesquisador John A. Rogers, um dos autores do estudo, compartilhou seu entusiasmo sobre a descoberta em um post: “Nosso marcapasso é totalmente integrado, autossuficiente, controlado por luz e completamente bioabsorvível. Ele pode ser entregue por uma seringa, sem a necessidade de cirurgias invasivas”.
Check out some brand new biomedical tech – crazy cool, in my own, humble but admittedly biased opinion – introduced in our paper (link below), published today in @Nature, titled “Millimetre-scale, bioresorbable optoelectronic systems for electrotherapy,” where we describe the… pic.twitter.com/fqf9GZTsTY
— John A Rogers (@ProfJohnARogers) April 2, 2025
Diferente dos marcapassos convencionais, que dependem de fios conectados a dispositivos externos, esse novo modelo opera sem conexões físicas. É emparelhado a um adesivo eletrônico fixado na pele do paciente. Esse adesivo monitora os batimentos cardíacos e, caso detecte uma irregularidade, emite sinais luminosos que instruem o marcapasso a regular o ritmo do coração. Testes realizados em modelos animais e tecidos humanos confirmaram a eficácia e segurança.
O estudo também sugere que a tecnologia envolvendo o marcapasso poderá ser aplicada em outros tratamentos médicos, como estimulação nervosa e regenerativa. A equipe de pesquisadores espera iniciar testes em humanos nos próximos anos. Como destacou Rogers, “esta base tecnológica pode ser adaptada para uma ampla gama de terapias eletromédicas”.
O novo marcapasso pode revolucionar o tratamento de doenças cardíacas e abrir caminho para novas aplicações em outras áreas da medicina.
