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2025-04-09
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2025-04-09Segue a reformulação do texto, mantendo a estrutura e a essência do conteúdo original, com linguagem acessível e profissional, adequada para um blog de tecnologia:
A megaconstelação de satélites de internet Starlink, da SpaceX, enfrenta ameaças da Rússia e da China devido ao uso militar dos satélites após a invasão da Rússia na Ucrânia em 2022. De acordo com um relatório da Secure World Foundation (SWF), organização não governamental dedicada à sustentabilidade espacial, publicado recentemente.
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O relatório destaca como a dependência crescente da humanidade do espaço levou diversos países a desenvolverem capacidades contraespaciais próprias. “Um futuro conflito no espaço pode ter repercussões massivas negativas a longo prazo sentidas na Terra, já que todos no planeta são usuários de algum tipo de dado espacial”, ressaltaram.

A Starlink, que oferece internet de alta velocidade e baixa latência aos seus usuários em todo o mundo, foi usada por cidadãos ucranianos em 2022 para manter o acesso à internet após a interrupção da conexão durante a invasão russa. Além disso, a Starlink permitiu que o exército e governo ucranianos se comunicassem de forma segura.
Entretanto, o governo ucraniano relatou em 2024 que os militares do país notaram falhas e interrupções na conexão Starlink. Na ocasião, eles atribuíram os cortes da rede ao que chamaram de “testes de diferentes mecanismos” da Rússia, que estaria usando tecnologias novas e avançadas para interromper a conexão.
Segundo o relatório da SWF, foram vazados documentos militares dos Estados Unidos que indicam que o Tobol, um sistema russo criado originalmente para proteger os satélites do país, foi usado para interromper os sinais dos satélites Starlink sobre o território da Ucrânia. Ainda de acordo com o documento, a Rússia parece estar trabalhando no Kalinka, um sistema mais sofisticado que poderia detectar e interromper sinais dos satélites.
O documento indica que a China, por sua vez, estaria investindo em recursos similares para possíveis conflitos armados com os Estados Unidos. Pesquisadores da Marinha do Exército da Libertação Popular propuseram no ano passado submarinos equipados com laser e mastros retráteis, que poderiam chegar à superfície para interferir com os Starlink.
Enquanto isso, a Força Espacial dos Estados Unidos vem testando os chamados Terminais Modulares Remotos, dispositivos criados para operar remotamente e oferecer capacidades de combate e defesa espacial.
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